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Registo em formato MARC

MFN: 13499
Identificador: 1bb1bc25-4835-4f4b-a22a-6c12c393aa5d
Formato: UNIMARC
Tipo de documento: BOOK
Criado em: 2025-02-22 18:58:59
Alterado em: 2025-02-22 19:15:26

001 3051033
003 http://id.bnportugal.gov.pt/bib/porbase/3051033
010   ^a978-972-20-6851-2
035   ^a(bn)2030362
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106   ^ar
200 1 ^a<Os >sonetos^euma antologia^fManuel Alegre
205   ^a1a ed.
210  9^aLisboa^cDom Quixote^d2019
215   ^a103 p.^d21 cm
330   ^a" Há muito que ele espreitava entre os poemas de Manuel Alegre: a forma lírica por excelência, O soneto. E também a sombra de Dante começava a ocupar um lugar de eleição entre outros nomes tutelares da poesia ocidental. Desde os gregos e latinos a franceses ingleses, americanos, espanhóis, enfim, a toda uma constelação sobre a qual tempo não pousa as suas mãos pesadas. (...) Poder-se-á lembrar que uma das teses mais conhecidas sobre a origem do soneto lhe aponta também raiz popular, resultanteda fusão de dois estrambotes sicilianos, um de oito, outro de seis versos. Mas este esquema versificatório teria sido em breve reelaborado por poetas maiores: Cavalcanti, Dante e, sobretudo, Petrarca. É consagrado principalmente à expressão do amor e à reflexão. A sua melodia própria (e não e mesmo a noção de "melodia" que está no étimo da designação?) exige um domínio da forma e dos sons que poucos possuem: e bem assim a concentração num conceito final, que surge como uma conclusão natural, ou então como uma farpa aguda, a apontar noutra direcção. Ora todas estas capacidades estavam presentes há muito na arte deste poeta. In MARIA HELENA DA ROCHA PEREIRA" (contracapa)
606   ^aLiteratura
606   ^aPoesia
610 0 ^aLiteratura portuguesa
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700  1^aAlegre,^bManuel,^f1936-
801  0^aPT^bBN^gRPC
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900   ^aBIBNAC^d20191015