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Registo em formato MARC

MFN: 13542
Identificador: aaf32a2d-69fb-4142-9f83-dcc8b57758c2
Formato: UNIMARC
Tipo de documento: BOOK
Criado em: 2025-02-27 09:48:51
Alterado em: 2025-02-27 09:53:38

001 2830179
003 http://id.bnportugal.gov.pt/bib/porbase/2830179
010   ^a978-972-20-6526-9
021   ^aPT^b440457/18
035   ^a(bn)2002931
100   ^a20250214d2023    m  y0pory01030103ba
101 0 ^apor
102   ^aPT
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106   ^ar
200 1 ^aTodos os poemas são de amor^eantologia e nove poemas inéditos^fManuel Alegre
205   ^a2a ed.
210  9^aLisboa^cD. Quixote,^d2023
215   ^a133 p.^d22 cm
330   ^a"«[…] ao lado de alguns dos mais belos poemas de amor do nosso tempo, em Manuel Alegre encontramos frequentemente profundas meditações sobre o sentido da vida, do destino e da morte, a fragilidade e a precariedade da existência, as vivências dramáticas do exílio e da saudade, a emigração intelectual na linha da Lusitânia do Bairro Latino de António Nobre... Mas não esqueçamos também os poemas em que a caça e/ou a pesca são tantas outras metáforas da realização do trabalho poético e da busca do lugar para a palavra poética no seu entrosamento com a vida e a natureza.Nas suas prosódias de subtis variações rítmicas e rimáticas, de vasto fôlego ou de delicada inspiração, recordarei ainda, muito rapidamente, as inflexões dramáticas que Manuel Alegre recupera da grande poesia grega de Homero a Kavafis, as inflexões épicas e líricas que permitem a recuperação de tantos acentos genuinamente camonianos na sua poesia de amor, as saborosas combinações de poesia cultivada e de poesia popular que encontramos nas redondilhas de muitas das suas trovas.»Vasco Graça Moura, (in texto de apresentação de A Sombra)" (contracapa)
606   ^aLiteratura
606   ^aPoesia
610 0 ^aLiteratura portuguesa
675   ^a821.134.3-1^vBN^zpor
700  1^aAlegre,^bManuel,^f1936-
801  0^aPT^bBN^gRPC
859   ^uhttps://espa.unicard.pt/BiblioNET/Upload/Todos os poemas são de amor.jpg
900   ^aBIBNAC^d20181029