MFN:
5645
Identificador:
b43460db-ad5b-49a5-a030-88feace234de
Formato:
UNIMARC
Tipo de documento:
BOOK
Criado em:
2022-04-01 00:00:00
Alterado em:
2024-09-16 11:45:26
001 0005753
005 20220111152547.0
010 ^a972-42-0634-3
100 ^a20111031d a y0pory0103 ba
101 0 ^apor
102 ^aPT
200 1 ^aGauguin^fPeggy Vance^gTrad. de Isabel Teresa Santos
210 ^aLisboa^cEstampa^d1992
215 ^a144 p.^cil.; ;^d31 cm
330 ^aFigura pioneira na história da arte moderna, Paul Gauguin teve uma vida tão dramática quanto a sua arte, abandonando a mulher, família e trabalho em França para perseguir uma visão em Taiti. Apegou-se apaixonadamente à ideia de que lhe seria possível viver como um artista primitivo, rodeado de um povo que amava, banhado pelo calor e a cor e liberto dos constrangimentos físicos, morais e financeiros que a civilização impunha. Passado um período como marinheiro, Gauguin tornou-se um bem sucedido corretor aos vinte e cinco anos e começou a comprar arte contemporânea, com que alimentava a sua crescente paixão de pintor de fim-de-semana. Na sequência de uma grave crise financeira, viu-se forçado a aceitar vários trabalhos vendeu lonas, afixou cartazes, foi operário e professor para sustentar a família; mas as dificuldades financeiras não o forçaram a abandonar a pintura. Tornou-se um pintor amador realizado e, sendo o seu talento cada vez mais evidente, foi apresentado a alguns impressionistas pelo seu amigo e mentor Camille Pissarro. Apesar de tentado pela hipótese de êxito comercial, Gauguin sentiu-se estranho à estrutura formal e teorias de grupo. Era um homem só. Convencido que o exotismo o poderia libertar e satisfazer os seus desejos artísticos, viajou para Taiti; foi neste exílio que produziu as perturbantes mas belíssimas telas que se revelariam de fundamental importância para a ruptura com o naturalismo na arte ocidental. Lamentavelmente, o Taiti das telas de Gauguin era um mundo imaginário; a civilização atingira há muito os Mares do Sul. Temendo talvez não conseguir suportar este fardo, tentou envenenar-se; mas em vão. Morreu de sífilis, inteiramente inconsciente da importância que a sua obra viria a ter na arte do século XX. Sempre apaixonadamente mergulhado no seu trabalho, Gauguin criou algumas das mais originais e dinâmicas obras-primas que o mundo viu e a sua preocupação com a cor, como expressão da emoção humana, tornou-o uma figura fundamental do movimento simbolista e um dos mais poéticos artistas da modernidade. (badana)
600 1^aGauguin,^bPaul,^f1848-1903
606 ^aPintores^xGauguin, Paul
606 ^aPintura^xSimbolismo
675 ^a75Gaugin, Paul
675 ^a75.03^vBN^zpor
700 1^aVance,^bPeggy
702 1^aSantos,^bIsabel Teresa^4730
801 ^aPT^bAEPA^c20240708^gRPC
859 ^u/BiblioNET/Upload/Imagens Capa/Gauguin.jpg
920 n
921 a
922 m
929 S