Ir para o conteúdo principal
Banner

Filtros de pesquisa
delete
Depois de alterar os parâmetros, prima em Pesquisar para refazer a página
info
Tipo de operador a usar entre termos de pesquisa (OU, E)

Base do Agrupamento Pedro Alexandrino

Registos: 1 - 1 de um total de 1

Tipo de operador a usar entre termos de pesquisa (OU, E)

Título: Gauguin
Autor(es): Peggy Vance ; Trad. de Isabel Teresa Santos
Publicação: Lisboa : Estampa, 1992
Descrição física: 144 p. : il.; ; 31 cm
Resumo: Figura pioneira na história da arte moderna, Paul Gauguin teve uma vida tão dramática quanto a sua arte, abandonando a mulher, família e trabalho em França para perseguir uma visão em Taiti. Apegou-se apaixonadamente à ideia de que lhe seria possível viver como um artista primitivo, rodeado de um povo que amava, banhado pelo calor e a cor e liberto dos constrangimentos físicos, morais e financeiros que a civilização impunha. Passado um período como marinheiro, Gauguin tornou-se um bem sucedido corretor aos vinte e cinco anos e começou a comprar arte contemporânea, com que alimentava a sua crescente paixão de pintor de fim-de-semana. Na sequência de uma grave crise financeira, viu-se forçado a aceitar vários trabalhos vendeu lonas, afixou cartazes, foi operário e professor para sustentar a família; mas as dificuldades financeiras não o forçaram a abandonar a pintura. Tornou-se um pintor amador realizado e, sendo o seu talento cada vez mais evidente, foi apresentado a alguns impressionistas pelo seu amigo e mentor Camille Pissarro. Apesar de tentado pela hipótese de êxito comercial, Gauguin sentiu-se estranho à estrutura formal e teorias de grupo. Era um homem só. Convencido que o exotismo o poderia libertar e satisfazer os seus desejos artísticos, viajou para Taiti; foi neste exílio que produziu as perturbantes mas belíssimas telas que se revelariam de fundamental importância para a ruptura com o naturalismo na arte ocidental. Lamentavelmente, o Taiti das telas de Gauguin era um mundo imaginário; a civilização atingira há muito os Mares do Sul. Temendo talvez não conseguir suportar este fardo, tentou envenenar-se; mas em vão. Morreu de sífilis, inteiramente inconsciente da importância que a sua obra viria a ter na arte do século XX. Sempre apaixonadamente mergulhado no seu trabalho, Gauguin criou algumas das mais originais e dinâmicas obras-primas que o mundo viu e a sua preocupação com a cor, como expressão da emoção humana, tornou-o uma figura fundamental do movimento simbolista e um dos mais poéticos artistas da modernidade. (badana)
ISBN/ISSN: ISBN 972-42-0634-3
Assuntos: Gauguin, Paul, 1848-1903 | Pintores--Gauguin, Paul | Pintura--Simbolismo
CDU: 75Gaugin, Paul | 75.03
Veja também: Vance, Peggy | Santos, Isabel Teresa
Localização: 75G VAN/GAU (AEPA/ESPA) - EBCP952
Capa

Registos relacionados