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Tipo de operador a usar entre termos de pesquisa (OU, E)

Base do Agrupamento Pedro Alexandrino

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Tipo de operador a usar entre termos de pesquisa (OU, E)


Título: Um homem : Klaus Klump
Autor(es): Gonçalo M. Tavares
Publicação: Lisboa : Caminho, 2005
Descrição física: 136, [7] p.
Coleção: (O campo da palavra). (Cadernos de Gonçalo M. Tavares Livros pretos ; 7. ; 1)
Notas: Esta obra integra a Tetralogia "O Reino"
Resumo: "Este livro é sobre muitas coisas (...), mas essencialmente sobre a força. A força dos fortes e a força dos fracos que se tornam fortes. Tudo contado por um narrador ágil, que paira sobre a história, acelera a acção e trava-a bruscamente, entra em detalhes, explica tudo, deambula, perambula, filosofa. É também um livro sobre a importância e os limites da linguagem (tanto a humana como a da Natureza; e ainda a das máquinas, esse "som que anuncia um novo Deus"). A guerra termina como começou: sem se saber porquê. E o final fica em aberto, numa cena contida à la Tchekov. "Eu sei que para usar a expressão génio se exige cautela e parcimónia. Ainda assim, arrisco. Para mim, este romance não é apenas o melhor que li em português nos últimos anos. É um livro - e não temo a palavra - genial." (http://www.wook.pt/ficha/um-homem-klaus-klump/a/id/58280)
ISBN/ISSN: ISBN 972-21-1574-X
Assuntos: Literatura--Romance | Literatura portuguesa
CDU: 821.134.3-31
Veja também: Tavares, Gonçalo M., 1970-
Cota sumário: 821.134.3-3 TAV/HOM (ESPA)
Localização: 821.134.3-3 TAV/HOM (AEPA/ESPA) - 2012/6618

Título: A segunda vida de Francisco de Assis : teatro
Autor(es): José Saramago
Edição: 3a ed
Publicação: Lisboa : Caminho, imp. 1999
Descrição física: 132 p.; ; 21 cm
Coleção: (O campo da palavra)
Notas: Prémio Nobel da Literatura, 1998
Resumo: "½""Grande sala. Ambiente geral discreto e severo. Mesa comprida, cadeirões, cofre, telex, vários telefones, um terminal de computador. (...) Está reunido um conselho."" Assim se entra no mundo da ""política"", segundo José Saramago. ""A Segunda Vida de Francisco de Assis"" é mais uma incursão no drama, desta vez à volta de um tema bem actual: o capitalismo, a qualidade, as chefias, a política, as eleições, a bolsa, as valorizações e desvalorizações dos produtos e das pessoas. E uma luta entre a razão e a força. Estamos em 1986, já há computadores, mas muita coisa mudou. ""As coisas já não são o que eram"", diz a certa altura uma das personagens. ""Houve muitas mudanças e nem todas estão à vista. Algumas nunca saem daquele cofre. São as que convém manter em segredo. ""E Francisco? Também mudou, claro. Nesta segunda vida, aprendeu algumas lições e aparece a lutar contra a pobreza. ""É a pobreza que deve ser eliminada do mundo"", diz. Mais uma vez Saramago usa a ironia para fazer as suas críticas. ""A pobreza não é santa. Tantos séculos para compreender isto. Pobre Francisco.""» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)" (http://www.wook.pt/ficha/a-segunda-vida-de-francisco-de-assis/a/id/58442)
ISBN/ISSN: ISBN 972-21-0295-8
Assuntos: Literatura--Teatro | Literatura portuguesa
CDU: 821.134.3-2"19"
Veja também: Saramago, José, 1922-2010 Icon
Cota sumário: 821.134.3-2 SAR/SEG (ESPA)
Localização: 821.134.3-2 SAR/SEG (AEPA/ESPA) - 2013/6671

Título: O livro grande de Tebas Navio e Mariana
Autor(es): Mário de Carvalho
Edição: 2a ed.
Publicação: Lisboa : Caminho,, 1996
Descrição física: 252 p. 21 cm
Coleção: (O campo da palavra)
Resumo: "Uma perturbada viagem, por mar e terras do longe, em busca do sentido último da história colectiva e do destino individual do homem - a demanda de uma cidade mítica, envolta em espessa bruma, nem fria nem quente, nem seca nem húmida, guardada ao alto por cem torres escuras e quadradas, defendida por mil portas pequenas e gradas e há muitos mil anos cercada por infindas legiões de silentes, serenos, solenes guerreiros." (https://www.wook.pt/livro/o-livro-grande-de-tebas-navio-e-mariana-mario-de-carvalho/18991357)
ISBN/ISSN: ISBN 972-21-1051-9
Assuntos: Literatura | Romance | Literatura portuguesa
CDU: 821.134.3-31
Veja também: Carvalho, Mário, 1944-
Localização: 821.134.3-3 CAR/LIV (AEPA/ESPA) - 09/4443
Capa

Título: O ano da morte de Ricardo Reis
Autor(es): José Saramago
Publicação: Lisboa : Caminho, 1984 : Guide - Artes Gráficas, Lda., 1993)
Descrição física: 415 p.; 21 cm
Coleção: (O campo da palavra)
Notas: PNL: 15-18 anos
Resumo: "«Um tempo múltiplo. Labiríntico. As histórias das sociedades humanas. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de Dezembro de 1935. Fica até Setembro de 1936. Uma personagem vinda de uma outra ficção, a da heteronímia de Fernando Pessoa. E um movimento inverso, logo a começar: ""Aqui onde o mar se acaba e a terra principia""; o virar ao contrário o verso de Camões: ""Onde a terra acaba e o mar começa"". Em Camões, o movimento é da terra para o mar; no livro de Saramago temos Ricardo Reis a regressar a Portugal por mar. É substituído o movimento épico da partida. Mais uma vez, a história na escrita de Saramago. E as relações entre a vida e a morte. Ricardo Reis chega a Lisboa em finais de Dezembro e Fernando Pessoa morreu a 30 de Novembro. Ricardo Reis visita-o ao cemitério. Um tempo complexo. O fascismo consolida-se em Portugal.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)"" (http://www.wook.pt/ficha/o-ano-da-morte-de-ricardo-reis/a/id/58572)
ISBN/ISSN: ISBN 972-21-0286-9
Assuntos: Literatura | Romance | Literatura portuguesa
CDU: 821.134.3-31
Veja também: Saramago, José, 1922-2010
Localização: 821.134.3-3 SAR/ANO (AEPA/ESPA) - 2018/7696
Capa

Título: A noite : teatro
Autor(es): José Saramago
Edição: 4a ed
Publicação: Lisboa : Caminho, imp. 2006
Descrição física: 124 p.; ; 21 cm
Coleção: (O campo da palavra)
Notas: Prémio Nobel da Literatura, 1998
Resumo: ""½Depois de ter feito jornais, escreveu sobre eles. Foi em ""A Noite"", a primeira obra dramática de Saramago que o escritor dedica a Luzia Maria Martins, a pessoa que o ""achou capaz de escrever uma peça"". Seria mesmo. A noite de que se fala nesta peça ficou para a história: de 24 para 25 de Abril. A acção passa-se na redacção de um jornal em Lisboa e autor avisa: ""Qualquer semelhança com personagens da vida real e seus ditos e feitos é pura coincidência. Evidentemente."" Nem outra coisa seria de esperar. A ironia passa também pela história desta noite em que administradores e redactores entram em conflito. Uns a gritar que a máquina ""há-de parar"" e outros a defender que ela ""há-de andar"". Quando o escreveu, Saramago já sabia que, para o bem e para o mal, a máquina tinha continuado a andar. ""A Noite"" chegou aos palcos em Maio de 1979 pelo Grupo de Teatro de Campolide. Com encenação de Joaquim Benite e direcção musical de Carlos Paredes, a peça contava, entre outros, com a participação de António Assunção no papel do chefe de redacção Abílio Valadares.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)"" (http://www.wook.pt/ficha/a-noite/a/id/58576)
ISBN/ISSN: ISBN 972-21-0291-5
Assuntos: Literatura--Teatro | Literatura portuguesa
CDU: 821.134.3-2"19"
Veja também: Saramago, José, 1922-2010 Icon
Cota sumário: 821.134.3-2 SAR/NOI (ESPA)
Localização: 821.134.3-3 SAR/NOI (AEPA/ESPA) - 2012/6605

Título: A noite : teatro
Autor(es): José Saramago
Edição: 3a ed
Publicação: Lisboa : Caminho, imp. 1998
Descrição física: 124 p.; ; 21 cm
Coleção: (O campo da palavra)
Notas: Prémio Nobel da Literatura, 1998
Resumo: ""½Depois de ter feito jornais, escreveu sobre eles. Foi em ""A Noite"", a primeira obra dramática de Saramago que o escritor dedica a Luzia Maria Martins, a pessoa que o ""achou capaz de escrever uma peça"". Seria mesmo. A noite de que se fala nesta peça ficou para a história: de 24 para 25 de Abril. A acção passa-se na redacção de um jornal em Lisboa e autor avisa: ""Qualquer semelhança com personagens da vida real e seus ditos e feitos é pura coincidência. Evidentemente."" Nem outra coisa seria de esperar. A ironia passa também pela história desta noite em que administradores e redactores entram em conflito. Uns a gritar que a máquina ""há-de parar"" e outros a defender que ela ""há-de andar"". Quando o escreveu, Saramago já sabia que, para o bem e para o mal, a máquina tinha continuado a andar. ""A Noite"" chegou aos palcos em Maio de 1979 pelo Grupo de Teatro de Campolide. Com encenação de Joaquim Benite e direcção musical de Carlos Paredes, a peça contava, entre outros, com a participação de António Assunção no papel do chefe de redacção Abílio Valadares.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)"" (http://www.wook.pt/ficha/a-noite/a/id/58576)
ISBN/ISSN: ISBN 972-21-0291-5
Assuntos: Literatura--Teatro | Literatura portuguesa
CDU: 821.134.3-2"19"
Veja também: Saramago, José, 1922-2010 Icon
Cota sumário: 821.134.3-2 SAR/NOI (ESPA)
Localização: 821.134.3-2 SAR/NOI (AEPA/ESPA) - 2013/6672

Título: A noite
Autor(es): José Saramago
Edição: 2a ed.
Publicação: Lisboa : Caminho, 1985
Descrição física: 115 p.
Coleção: (O campo da palavra)
Resumo: "«A Noite, a primeira obra dramática de Saramago que o escritor dedica a Luzia Maria Martins, a pessoa que o "achou capaz de escrever uma peça". Seria mesmo. A noite de que se fala nesta peça ficou para a história: de 24 para 25 de abril de 1974. A ação passa-se na redação de um jornal em Lisboa e o autor avisa: "Qualquer semelhança com personagens da vida real e seus ditos e feitos é pura coincidência. Evidentemente."» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)."
Assuntos: Literatura | Teatro | Literatura portuguesa
CDU: 821.134.3-2
Veja também: Saramago, José
Localização: 821.134.3-2 SAR/NOI (AEPA/ESPA) - EBCP2382
Capa

Título: Memorial do convento
Autor(es): José Saramago
Edição: 39a ed., 50a ed., 52a ed., 13a ed.
Publicação: Lisboa : Caminho, 2006 : Tipografia Lousanense, Ldª, 2007)
Descrição física: 373 p.; ; 21 cm
Coleção: (O campo da palavra)
Notas: PNL: 15-18 anos
Resumo: "Um romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: "Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra... Era uma vez a gente que construiu esse convento... Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes... Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido". Tudo, "era uma vez...". Logo a começar por "D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (...). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998) " (http://www.wook.pt/ficha/memorial-do-convento/a/id/58525)
ISBN/ISSN: ISBN 978-972-21-0026-7. - ISBN 972-21-0026-2
Assuntos: Literatura | Romance | Literatura portuguesa
CDU: 821.134.3-31
Veja também: Saramago, José, 1922-2010
Localização: 821.134.3-3 SAR/MEM (AEPA/ESPA) - 10/4939. - DESAPARECIDO
821.134.3-3 SAR/MEM (AEPA/ESPA) - 10/4938. - DESAPARECIDO
821.134.3-3 SAR/MEM (AEPA/ESPA) - 2012/6413
821.134.3-3 SAR/MEM (AEPA/ESPA) - 2012/6590
821.134.3-3 SAR/MEM (AEPA/ESPA) - 2012/6591
Capa

Título: Memorial do convento
Autor(es): José Saramago
Edição: 20a ed.
Publicação: Lisboa : Caminho, 1990
Descrição física: 357, [2] p. 21 cm
Coleção: (O campo da palavra)
Notas: PNL: 15-18 anos
Resumo: "Um romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: "Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra... Era uma vez a gente que construiu esse convento... Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes... Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido". Tudo, "era uma vez...". Logo a começar por "D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (...). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998) " (http://www.wook.pt/ficha/memorial-do-convento/a/id/58525)
ISBN/ISSN: ISBN 972-21-0026-2
Assuntos: Literatura | Romance | Literatura portuguesa
CDU: 821.134.3-31
Veja também: Saramago, José, 1922-2010
Localização: 821.134.3-3 SAR/MEM (AEPA/ESPA) - 2024/9465
Capa

Título: A inaudita guerra da Avenida Gago Coutinho e outras histórias
Autor(es): Mário de Carvalho
Edição: 4ª Ed.
Publicação: Lisboa : Caminho, 1992
Descrição física: 87, [8] p.; ; 21 cm
Coleção: (O campo da palavra)
ISBN/ISSN: ISBN 972-21-0775-5
Assuntos: Literatura Juvenil--Conto
CDU: 82-93
Veja também: Carvalho, Mário de
Cota sumário: 82-93 CAR
Localização: 82-93 CAR (AEPA/CP) - EBCP725

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